Quantos segredos escondidos...
Quanta insegurança nos olhos...
Quanta confusão nas
palavras balbuciadas...
(...)
Quantos labirintos sem
saída...
Quantas vidas gritando para
serem ouvidas...
Será que ainda há tempo?
Tempo? (...)
Eu não sei o que é tempo...
Eu não sei o que é
verdade...
Eu não sei o que quero...
Aliás, sei sim...
Eu quero tudo aquilo que
for impossível...
(...)
(Isabelle Pessoa)
