quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Melodia Divina


Teu aroma;
Tuas cores;
Tua vida personificada;
Teus contos;
Tua experiência...
Meu relacionamento contigo é tão especial!
Despertastes todo tipo de sentimento...
Um choro naquela noite...
Um sorriso meio que sem graça naquele dia...
Uma paixão no final daquela tarde sombria...
Como não podem te sentir?
Como podem te desprezar tão friamente?
Eu não entendo...
Poucos podem escutar a tua melodia;
Querida Poesia...

(Isabelle Pessoa)
20 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Um dia...

Um dia você percebe que o amor nem é tão perfeito assim...
Que a vida é um jogo e que nós somos as peças que decidem o resultado...
Que o sorriso destrói conflitos...
Que para ter paz utilizamos do poder da guerra...
Que a pureza só existe nos animais...
Que para chegarmos do outro lado precisamos correr muito...
Que se alienar...Faz parte!
Que a mentira é que nos torna felizes...
Que conviver com pessoas é extremamente desgastante!
E que amanhã é um novo dia e todas as nossas certezas não existem mais...

(Isabelle Pessoa)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Espelho


Corri, abri a porta e me pus em frente ao espelho;
E o estranho ocorreu...
Não consegui ver minha imagem refletida!
Porque será?
Será que até a minha alma roubastes?
Já não bastava o meu coração!
Lá fora uma tempestade se formara...
As gotas de chuva faziam um movimento sinuoso antes de cair na relva...
Os pássaros que estavam a entoar seus belos cânticos; foram se abrigar nas árvores...
E eu?
Eu estava a te observar da janela do meu quarto e nesse momento andavas na estrada sombria...
Teus cabelos molhados balançavam ao vento; teu cheiro se misturava ao da natureza...
Só bastou um olhar...
Um olhar foi o suficiente pra mim...
Fechei a janela; tranquei a porta do meu quarto...
E me sentei em frente ao espelho...
Surpresa fiquei!
Você estava lá!e eu também!
Porém,em um só corpo!
Um corpo espiritual...

(Isabelle Pessoa)

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Amor? Real ou Virtual?



 
Tudo começou um dia desses quando comecei a te curtir...
E você até conseguiu nas noites solitárias me fazer sorrir;
Me acostumei com tua presença virtual;
Sim! Não posso negar! Você é especial...
Teu olhar azul me encantou desde o primeiro dia!
Ahhh! Nós temos a maior sintonia...
Posso raramente com algumas pessoas até te compartilhar;
Mas, quero que saiba que ninguém vai de mim te tirar...
Enquanto estou aqui sentada a te apreciar;
O destino quer de mim te desconectar...
Não aceito! Afinal, por você deixei de lado até minha vida social;
Talvez esse tenha sido meu mal...
Sei que nosso relacionamento pode ser efêmero, pois a qualquer momento outro pode te substituir...
E o meu vício deixar de existir;
Mas, o que importa?O que eu quero é me declarar...
Agora sinto a necessidade de falar!
Você me proporciona as noites mais incríveis;
E tuas investidas? Ah!! Essas são irresistíveis!
Só fico triste com uma coisa...Tu não és real!
E estou presa no teu mundo ideal...
Tenho a certeza que minha concepção de ti é errônea;
Entretanto, o que me incomoda mesmo é essa náusea contemporânea...
Sim! Todos te conhecem...
E acham que também mais do que eu te merecem...
Acabo esse poema com teu nome gravado na minha mente;
Eu te amo Facebook,demasiadamente!

(Isabelle Pessoa)





quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Eu quero o invisível



Eu consigo sentir o vazio da noite em mim...
E isso me basta!
Não tentes me entender...
Não conseguirás!
Meus amores, minha vida,tudo é ilusão...

A tristeza me move...
O sangue excita as minhas veias;
Me inebria;me aquece...
Sou um ser que vislumbra a tragédia e o amor!
Não sou mais um poeta que busca a “arte pela arte”...
Eu quero sentir o sabor das palavras e não discutir a pseudo-forma que elas assumem...

Busco o perigo nas ruas; as asas de anjos jogadas na calçada suja; as nuvens no chão...
O sol na minha cama; a vida dentro do meu peito...
Expurgo a imagem colorida...
Sabe o que mais desejo?O invisível!O nada!
Pois só ontem descobri que nunca fui feliz...
E tudo não passou de um sonho, ou será realidade?
                                                      
                                                                                       (Isabelle Pessoa)